Aceleradoras
O
empreendedorismo no Brasil está em ascensão. Micro e pequenas empresas são
iniciadas todos os anos. A ideia de empreender seu próprio negócio está cada
vez mais presente nos sonhos dos brasileiros.
O Brasil teve o melhor desempenho no ranking de
empreendedorismo por oportunidade entre os países dos Brics (grupo que reúne,
além do Brasil, Rússia, China, Índia e África do Sul). O indicador brasileiro
também não ficou muito atrás das chamadas "economias maduras”, como
Estadas Unidos (78%) e Reino Unido (84%). (ALVES, 2014).
Contudo, muitos dos novos empresários se deparam
com a falta de investimento. Muitas idéias nem sequer germinam.
Intervindo nesse contexto, entram em cena as aceleradoras.
Mas o que são aceleradoras? São entidades
com fins lucrativos, segundo Spina (2013), designadas para melhorar o
desempenho das startups no começo de seu desenvolvimento. As aceleradoras terão
parte nos lucros da empresa investida. Trata-se de capital aplicado e com
espera de rápidas respostas.
Temos na plataforma de investimentos,
também, os investidores anjos e incubadoras. Porém, investidores anjos no
Brasil ainda não atingiram sua melhor performance.
O Brasil tem histórico de investimento-anjo desde o inicio da
década de 90, mas sempre efetivados de forma passiva (...). Ainda hoje, a maior
parte dos investimentos-anjo brasileiros ocorre dessa forma, em que o
investidor, por não ser ativo, acaba fazendo apenas um ou dois investimentos ao
longo de sua história. (SPINA, 2014).
As aceleradoras e incubadoras
possuem importante função no mercado, mas é um erro crer que não há diferenças
relevantes entre ambas. Gitahy (2011) escreve alguns pontos para destacar os
caminhos que conduzem as aceleradoras e as incubadoras. As pessoas que lideram
as aceleradoras são empresários experientes, que visam apostar em uma ideia
lucrativa, em startups escaláveis. Já as incubadoras, que são lideradas por
gestores com experiência em gerir o poder público, tendem a investir em
projetos com diretrizes governamentais, com temas como a sustentabilidade, por
exemplo.
Referências
ALVES, Murilo Rodrigues. Avança empreendedorismo no Brasil. [2014]. Disponível em: <http://economia.estadao.com.br/noticias/economia,avanca-empreendedorismo-no-brasil,177427,0.htm>. Acesso em: 29 abr. 2014.
GITAHY, Yuri. Qual a diferença entre aceleradoras e incubadoras? [2011]. Disponível em: <http://exame.abril.com.br/pme/noticias/qual-a-diferenca-entre-aceleradoras-e-incubadoras>. Acesso em: 29 abr. 2014.
SPINA, Cassio. O investimento-anjo no Brasil. Disponível em: <http://www.endeavor.org.br/artigos/estrategia-crescimento/cenarios-e-tendencias/o-investimento-anjo-no-brasil>. Acesso em: 29 abr. 2014.
SPINA, Cassio. Como decidir entre aceleradoras e incubadoras. [2013]. Disponível em: <http://exame.abril.com.br/pme/noticias/como-decidir-entre-aceleradoras-e-incubadoras/>. Acesso em: 29 abr. 2014.

