quarta-feira, 30 de abril de 2014

Nathan e Thiago

                                                               Aceleradoras
 
            O empreendedorismo no Brasil está em ascensão. Micro e pequenas empresas são iniciadas todos os anos. A ideia de empreender seu próprio negócio está cada vez mais presente nos sonhos dos brasileiros. 
O Brasil teve o melhor desempenho no ranking de empreendedorismo por oportunidade entre os países dos Brics (grupo que reúne, além do Brasil, Rússia, China, Índia e África do Sul). O indicador brasileiro também não ficou muito atrás das chamadas "economias maduras”, como Estadas Unidos (78%) e Reino Unido (84%). (ALVES, 2014).
Contudo, muitos dos novos empresários se deparam com a falta de investimento. Muitas idéias nem sequer germinam.
Intervindo nesse contexto, entram em cena as aceleradoras.
Mas o que são aceleradoras? São entidades com fins lucrativos, segundo Spina (2013), designadas para melhorar o desempenho das startups no começo de seu desenvolvimento. As aceleradoras terão parte nos lucros da empresa investida. Trata-se de capital aplicado e com espera de rápidas respostas.
            Temos na plataforma de investimentos, também, os investidores anjos e incubadoras. Porém, investidores anjos no Brasil ainda não atingiram sua melhor performance.   
O Brasil tem histórico de investimento-anjo desde o inicio da década de 90, mas sempre efetivados de forma passiva (...). Ainda hoje, a maior parte dos investimentos-anjo brasileiros ocorre dessa forma, em que o investidor, por não ser ativo, acaba fazendo apenas um ou dois investimentos ao longo de sua história. (SPINA, 2014).            
            As aceleradoras e incubadoras possuem importante função no mercado, mas é um erro crer que não há diferenças relevantes entre ambas. Gitahy (2011) escreve alguns pontos para destacar os caminhos que conduzem as aceleradoras e as incubadoras. As pessoas que lideram as aceleradoras são empresários experientes, que visam apostar em uma ideia lucrativa, em startups escaláveis. Já as incubadoras, que são lideradas por gestores com experiência em gerir o poder público, tendem a investir em projetos com diretrizes governamentais, com temas como a sustentabilidade, por exemplo.       



                                                                    Referências

ALVES, Murilo Rodrigues. Avança empreendedorismo no Brasil. [2014]. Disponível em: <http://economia.estadao.com.br/noticias/economia,avanca-empreendedorismo-no-brasil,177427,0.htm>. Acesso em: 29 abr. 2014.

GITAHY, Yuri. Qual a diferença entre aceleradoras e incubadoras? [2011]. Disponível em: <http://exame.abril.com.br/pme/noticias/qual-a-diferenca-entre-aceleradoras-e-incubadoras>. Acesso em: 29 abr. 2014.

SPINA, Cassio. O investimento-anjo no Brasil. Disponível em: <http://www.endeavor.org.br/artigos/estrategia-crescimento/cenarios-e-tendencias/o-investimento-anjo-no-brasil>. Acesso em: 29 abr. 2014.

SPINA, Cassio. Como decidir entre aceleradoras e incubadoras. [2013]. Disponível em: <http://exame.abril.com.br/pme/noticias/como-decidir-entre-aceleradoras-e-incubadoras/>. Acesso em: 29 abr. 2014.




quinta-feira, 24 de abril de 2014

Pedro Della Rocca

Fundos de investimento (capital de risco)

Capital de risco é uma oportunidade para empresas que estão em estágios iniciais, que tem grande potencial ou que estão em crescimento acentuado, mas precisam de dinheiro para dar o próximo passo rumo ao topo.
No Brasil, o capital de risco trouxe boas chances para as empresas nacionais se expandirem e, dessa forma, conquistarem novos mercados. A presença de investidores deste setor é de vital importância para o desenvolvimento de pequenas e médias empresas cuja base é a tecnologia.
Ao contrário de outras fontes de financiamento como o endividamento de médio e longo prazo, o capital de risco não representa uma dívida da empresa perante terceiros pelo que não existe a obrigação de pagamento de juros e reembolsos de capital em datas pré-determinadas e independentemente da evolução dos negócios e dos resultados. No capital de risco as SCR (empresa financeira especializada designada por Sociedade de Capital de Risco) assumem o risco à semelhança dos restantes sócios ou acionistas e a remuneração dos capitais investidos dependem do sucesso dos negócios.


Referências:

PACIEVITCH, Thais. Capital de Risco. Disponível em: <http:// http://www.infoescola.com/economia/capital-de-risco/>. Acesso em: 08 abr. 2014.


NUNES, Paulo. Conceito de Capital de Risco. Disponível em: <http:// http://www.knoow.net/cienceconempr/financas/capitalderisco.htm/>. Acesso em: 10 abr. 2014.

Claudio e Sudsllayne

Bancos de Desenvolvimento

Os projetos e inovações para saírem do papel necessitam de recursos financeiros, para isso foram criados os bancos de desenvolvimento.

Os bancos de desenvolvimento são instituições financeiras controladas pelos governos estaduais, e têm como objetivo precípuo proporcionar o suprimento oportuno e adequado dos recursos necessários ao financiamento, a médio e a longo prazos, de programas e projetos que visem a promover o desenvolvimento econômico e social do respectivo Estado. (BADESC)

O banco de desenvolvimento do Estado de Santa Catarina é o BADESC, foi criado justamente para financiar os projetos de melhorias e inovações nas áreas industriais, agropecuárias e financia as micros e pequenas empresas. O Badesc possui várias opções de linhas de crédito que beneficiam aos novos empreendedores.
Também é possível obter créditos do Banco Nacional de Desenvolvimento, o BNDES.

O apoio à inovação é prioridade estratégica para o BNDES. O objetivo é fomentar e apoiar operações associadas à formação de capacitações e ao desenvolvimento de ambientes inovadores, com o intuito de gerar valor econômico ou social e melhorar o posicionamento competitivo das empresas, contribuindo para a criação de empregos de melhor qualidade, o aumento da eficiência produtiva, a sustentabilidade ambiental e o crescimento sustentado do País. (INOVAÇÃO)

Ambos os bancos tem linhas de créditos específicas para cada segmento, e com pagamentos a longo prazo. Confira abaixo alguns dos mecanismos de apoio à inovação.
Os produtos se dividem em linhas de financiamento bem específicas



Fundos

Destinado a instituições tecnológicas apoiando projetos de pesquisa, desenvolvimento e inovação.

Programas
Apoio e financiamento a investimentos que contribuam no desenvolvimento, pesquisa e inovação de cada setor e ainda à qualificação e capacitação profissional.




Plano Inova Empresa

O plano é subdividido em alguns setores do mercado para dar apoio e fomento ao desenvolvimento de atividades de inovação, cadeias produtivas, pesquisas que promovam a produção sustentável e se ter apoio ao plano de negócio.
  • PAISS
  • PAISS Agrícola
  • Plano Inova Aerodefesa
  • Plano Inova Agro
  • Plano Inova Energia 
  • Programa Inova Petro 
  • Plano Inova Saúde
  • Plano Inova Sustentabilidade
  • Plano Inova Telecom




REFERÊNCIAS

BADESC. Disponível em: <http://www.badesc.gov.br/>. Acesso em: 06 abr. 2014.
INOVAÇÃO. Disponível em: <http://www.bndes.gov.br/SiteBNDES/bndes/bndes_pt/Areas_de_Atuacao/Inovacao/>. Acesso em: 06 abr. 2014.

quinta-feira, 10 de abril de 2014

Gustavo Sambaquy - Investidor Anjo




O investimento anjo teve sua origem no início do século XX nos EUA, para designar os investidores que patrocinavam os custos das peças de teatro da Broadway, apoiando sua execução e assumindo os riscos e retornos financeiros.
Com a evolução da modalidade o investidor anjo passou a ser pessoa física com perfil bem sucedido, como empresários, executivos com carreiras consolidadas, possuidores de pequenas fortunas e um grande relacionamento na sociedade, oferecendo todo esse “network” aos patrocinados.
O investimento anjo demanda de alto risco e baixa liquidez, utiliza recursos financeiros próprios, isso tem de positivo a rápida tomada de decisões e de negativo a limitação do montante investido e o investidor precisa ter tempo para se dedicar e apoiar de perto o empreendedor iniciante.
De acordo com SPINA (2012) os investimentos anjo variam entre R$ 50 mil até R$ 1 milhão, ficando na média de R$ 250 mil a R$ 500 mil, que é o capital médio necessário para iniciar um negócio, capital conhecido como startup.
Os investimentos mais elevados geralmente são feitos por grupos de investidores anjo, o que dilui os riscos e aumenta o apoio presente ao empreendedor, aumentando as possibilidades de sucesso do negócio.
Em contra partida o investidor anjo passa a ser sócio minoritário na empresa sem ter envolvimento direto na gestão com participação podendo variar entre 5% a 49%, que normalmente atinge entre 15% a 30% segundo SPINA (2012).



REFERÊNCIA:
Spina, Cassio A. Investidor Anjo: Guia prático para empreendedores e investidores. São Paulo: nVersos, 2012
Equipe 11 - Luiz Henrique Melo




Estrutura Analítica do Projeto (EAP)


A Estrutura Analítica do Projeto (EAP) e Work Breakdown Structure (WBS) são sinônimos e pode ser definido como o conjunto de entregas dos trabalhos do Projeto em uma estrutura hierárquica. A EAP detalha o escopo total do Projeto necessário para a conclusão do mesmo. Segundo (HELDMAN 2009) “Essa decomposição vai facilitar, mais a diante no processo de Planejamento, a estimativa de custos e prazos do projeto”.
             Não existe regra para a construção de uma EAP, utiliza-se com mais frequência a estrutura em árvore que lembra um organograma de uma empresa. A decomposição é o nome que se da a ferramenta de criação da EAP, são basicamente as subdivisões da árvore da EAP.
Outro termo que podemos definir são os pacotes de Trabalho.

Pacotes de trabalho são as atividades ou componentes que podem ser facilmente atribuídos a uma pessoa ou grupo, que assumirão a clara responsabilidade pelo seu comprimento. Atribuições são facilmente feitas no nível da EAP. É o nível dos pacotes de trabalho; mas as atribuições também podem ser feitas em qualquer nível da EAP (HELDMAN 2009 p. 128).

 
Um cuidado que deve ser tomado na construção de uma EAP é não deixa-la detalhada demais, isso pode prejudicar o gerenciamento do projeto por existirem muitos pacotes de trabalho em um único projeto, também uma quantidade muito pequena de pacotes de trabalho dificulta o gerenciamento, a falta de dados pode gerar surpresas ao longo do seu desenvolvimento.

Referências Bibliográficas

 HELDMAN, Kim. Gerência de Projetos: Guia para o exame oficial do PMI 5. Ed. São Paulo: Campos 2009