| 1. Fundos de investimento (capital de risco) | 9 | 10 |
| 2. Investidores Anjos | 7 | 4 |
| 3. Bancos de desenvolvimento | 5 | 1 |
| 4. Agências de fomento a inovação | 2 | 3 |
| 5. Aceleradoras | 6 | 8 |
| 6. Estrutura analítica de projetos (EAP) | 12 | 11 |
| Nr | Grupo de trabalho | Quem corrige |
| 1 | Claudio / Su | 10 |
| 2 | Dario / Wilian | 4 |
| 3 | Luciano | 1 |
| 4 | Gustavo | 3 |
| 5 | Fábio Madruga | 8 |
| 6 | Ricardo | 11 |
| 7 | Eduardo | 9 |
| 8 | Nathan / Thiago | 7 |
| 9 | Fábio Pacheco | 5 |
| 10 | Pedro | 2 |
| 11 | Luiz Henrique | 12 |
| 12 | João | 6 |
quinta-feira, 27 de março de 2014
Temas para próxima publicação
NATHAN E THIAGO
Ciclo
de Vida de um Projeto
Projeto é um conjunto de tarefas designadas a um grupo
temporário que tende a completar um objetivo ou necessidade. Essas ações
geralmente são únicas e possuem um tempo fixo, mas que pode variar de acordo
com a necessidade.
Segundo Possi (2006, p. 6) ”Não importa a classificação,
esses trabalhos possuem características comuns e bem evidentes.”.
Todos os projetos geralmente possuem um início, meio e
fim, mas podem ser nomeados diferentes de acordo com a área que será
desenvolvida. Os projetos podem ser divididos em fases, nas quais se inicia com
a idéia, seguido da viabilidade, o desenvolvimento do mesmo, produção e a
finalização.
Para um fluxo contínuo de um projeto é preciso ter
planejamento. O ciclo de vida é de total importância para uma boa visualização
daquilo que o gestor possui em mãos. Pois, conforme afirma Vargas (2003, p. 31)
“Todo projeto pode ser subdividido em determinadas fases de desenvolvimento. O
entendimento dessas fases permite ao time do projeto um melhor controle total
de recursos gastos para atingir as metas estabelecidas.”.
Apoiando-se em Vargas (2003) podemos afirmar que as fases
que fragmentam um projeto possuem metas. E, com intuito de aprofundar-se nas
fases, elas são subdivididas em estágios, que são adaptados conforme a natureza
de cada projeto. Os estágios, por sua vez, são separados em atividades específicas
para o andamento de todo projeto.
A
execução do ciclo de vida em um projeto agrega diversos benefícios, tanto para
o gestor quanto para a atividade em si. Segundo Vargas (2003) podemos assinalar como pontos contribuintes os fatos de que,
conhecendo e estudando as fases previamente bem distribuídas, pode-se ter uma
correta análise das metas já atingidas no andamento das tarefas, em que estágio
o projeto se encontra, podendo, também, diminuir a incerteza quanto ao custo e o tempo de duração do projeto e até mudar algumas de suas características.
A grande maioria dos ciclos de vida não se diferencia
muito em suas estruturas, visto que se sustentam nas orientações de uma mesma
matriz.
A
maioria dos ciclos de vida compartilha, segundo o Guia PMBOK 2004, de
características comuns:
•Fases
seqüenciais com transferências de informações, documentos e produtos entre as
fases precedentes e as subseqüentes;
•Nível
de emprego de recursos, dispêndio de orçamento e alocação de pessoas que varia
com o tempo. O nível é mais baixo nas fases iniciais, ocorrendo uma aceleração
nesse emprego de recursos até o máximo nas fases intermediárias e uma redução
acelerada nas fases finais, conforme ilustra a figura 1.4;
•Grau
de incertezas mais elevado nas fases iniciais, reduzindo-se ao longo do tempo;
•Maior
interferência das partes interessadas sobre o escopo e outras decisões do
projeto no início e menor nas fases finais. (PASSOS, 1993, p. 18).
Referências
POSSI,
Marcus. Globalização – Mudanças e os Projetos. In: POSSI, Marcus (Coord.). Gerenciamento
de projetos: guia do profissional. Rio de Janeiro, RJ: Brasport, 2006. p.
1-11.
VARGAS,
Ricardo Viana. Gerenciamento de projetos: estabelecendo diferenciais
competitivos. 5. ed. Rio de Janeiro, RJ: Brasport, 2003.
PASSOS,
Maria Luiza Gomes de Souza. Gerenciamento de projetos para pequenas
empresas: combinando boas práticas com simplicidade. Rio de Janeiro, RJ:
Brasport, 2008.
Ciclo de Vida de um Projeto
Ciclo de Vida de um Projeto
Uma
definição de ciclo de vida de um projeto de acordo com Vargas (2003).
“Todo projeto pode ser
subdividido em determinadas fases de desenvolvimento. O entendimento dessas
fases permite ao time do projeto um melhor controle de recursos gastos para
atingir as metas estabelecidas. Estas fases são conhecidas como o ciclo de
vida. O ciclo de vida possibilita que seja avaliada uma série de similaridades
que podem ser encontradas em todos os projetos, independente do seu contexto,
aplicabilidade ou área de atuação.” (VARGAS, 2003, p.31).
Um projeto surge de uma necessidade ou
problema e todo projeto obrigatoriamente precisar ter início e fim.
Segundo
Passos (2008, p. 18) “o ciclo de vida do projeto é um conjunto de fases
inter-relacionadas e coordenadas com a finalidade de atingir os objetivos
pretendidos. Essas fases permitem aos gerentes e executivos possuírem maior
controle sobre os recursos”.
Fases do ciclo
de vida de um projeto:
Fase de Iniciação - Fase em que a ideia do projeto se
materializa.
Fase de Planejamento - Fase em que todas as atividades e a
estratégia serão definidas.
Fase de Execução - Fase em que todas e somente as
atividades planejadas são executadas.
Fase de Controle - Tem como objetivo acompanhar e
controlar o que é realizado no projeto tomando decisões rápidas para corrigir
alguma anomalia.
Fase de
Finalização - Fase em que é
formalizado o fim do projeto executando uma auditoria interna ou externa para
registrar e discutir erros e acertos para servir de base para futuros projetos.
REFERÊNCIAS
PASSOS, Maria
Luiza Gomes de Souza. Gerenciamento de projetos para pequenas
empresas: Combinando boas práticas com simplicidade. Rio de Janeiro
(RJ): Brasport, 2008. p. 294.
POSSI, Marcus
(Coord.). Gerenciamento de projetos: guia do profissional. Rio
de Janeiro, RJ: Brasport, 2006. 3 v
VARGAS, Ricardo
Viana. Gerenciamento de projetos: estabelecendo diferenciais competitivos. 5.
ed. Rio de Janeiro, RJ: Brasport, 2003. p. 308.
segunda-feira, 24 de março de 2014
Fabio Luiz Pacheco
Ciclo
de Vida do Projeto
Para que seja possível
falar sobre o Ciclo de Vida dos projetos, é necessário primeiro entendermos o
que é projeto. Em uma definição sucinta, podemos afirmar que projetos são
eventos com início e fim, que tem como objetivo atingir resultados
determinados. Para endossar esta definição temos esta afirmação:
Projeto
é um empreendimento não repetitivo, caracterizado por uma seqüência clara,
lógica de eventos, como início, meio e fim, que se destina a atingir um
objetivo claro e definido, sendo conduzido por pessoas dentro de parâmetros
predefinidos de tempo, custo, recursos envolvidos e qualidade. (VARGAS, 2005,
p. 7).
Entendo o que são
projetos, podemos buscar perceber o que é o Ciclo de Vida dos Projetos. Basicamente
este tem por característica a divisão do projeto em fases, cujo finalidade é
facilitar o gerenciamento e controle por parte do gerente de projetos, afim de
obter uma visão mais detalhada das etapas micro, necessárias para o alcance do
objetivo, como afirma Mendes (2006, p. 42) que “o ciclo de vida do projeto é um
subsequenciamento de fases no intuito de se atingir um objetivo”.
Podemos concluir que o
ciclo de vida do projeto é fator temporário, ou seja, sua duração está
conectada diretamente a conclusão ou entregas das fases do projeto, os quais
são identificadas como marcos. Estes marcos podem ser documentos, versões de demonstração,
em caso de software, ou até mesmo conjunto de atividades concluídas. Os marcos,
de acordo com Passos (2008. p. 18) “podem representar produtos e serviços
entregues ou resultados atingidos, ou, ainda, podem representar momentos
específicos do projeto não relacionado a nenhuma entrega”.
Referências
MENDES,
Marcelo. As Fases e o Ciclo de Vida de Projetos e suas Técnicas de Melhoria. In
POSSI, Marcus (Coord.). Gerenciamento de
projetos: guia do profissional: v. 1: abordagem geral e definição do
escopo. Rio de Janeiro: Brasport, 2006. 3 v. p. 41-57.
PASSOS, Maria
Luiza Gomes de Souza. Gerenciamento de
projetos para pequenas empresas: combinando boas práticas com simplicidade.
Rio de Janeiro: Brasport, 2008.
VARGAS,
Ricardo Viana. Gerenciamento de projetos:
estabelecendo diferenciais competitivos. 6. ed. Rio de Janeiro: Brasport, 2005.
sábado, 22 de março de 2014
Pedro Della Rocca
Ciclo de Vida de um Projeto
Não existe uma única melhor maneira para definir um ciclo de vida ideal do projeto. Algumas organizações estabeleceram políticas que padronizam todos os projetos com um único ciclo de vida, enquanto outras permitem que a equipe de gerenciamento de projetos escolha o ciclo de vida mais adequado para seu próprio projeto. Passos (2008) afirma que num projeto ocorrem dois tipos de ciclos de vida, o ciclo de vida do produto e o do projeto.
“Todo projeto pode ser subdividido em determinadas fases de desenvolvimento. O entendimento dessas fases permite ao time do projeto um melhor controle ao total de recursos gastos para atingir as metas estabelecidas” (VARGAS, 2003, p.31).
Então podemos entender que o cilco de vida de um projeto é um sequenciamento de fases no intuito de se atingir um objetivo, segundo Possi (2006).
A transição de uma fase para a outra dentro do ciclo de vida de um projeto em geral envolve e normalmente é definida por alguma forma de transferência técnica ou entrega. As entregas de uma fase geralmente são revisadas, para garantir que estejam completas e exatas, e aprovadas antes que o trabalho seja iniciado na próxima fase.
Embora muitos ciclos de vida do projeto possuam nomes de fases semelhantes com entregas semelhantes, poucos ciclos de vida são idênticos. Alguns podem ter quatro ou cinco fases, mas outros podem ter nove ou mais. Áreas de aplicação isoladas reconhecidamente apresentam variações significativas.
Referências:
PASSOS, Maria Luiza Gomes de Souza. Gerenciamento de Projetos para Pequenas Empresas: Combinando boas práticas com simplicidade. Rio de Janeiro: Brasport, 2008.
POSSI, Marcos. Gerenciamento de Projetos guia do profissional. Volume 1. Abordagem geral e definição de escopo. Rio de Janeiro: Brasport, 2006.
VARGAS, Ricardo Viana. Gerenciamento de Projetos: estabelecendo diferenciais competitivos. 5. ed. Rio de Janeiro: Brasport, 2003.
quinta-feira, 20 de março de 2014
Ciclo de vida de projetos
CICLO
DE VIDA DE PROJETOS
No conjunto de ferramentas gerenciais e
conjunto de habilidades, temos o gerenciamento de projetos que, para se ter um
melhor resultado, processos bem alinhados e finalizações com sucesso, temos o
ciclo de vida dos projetos.
“O ciclo de vida do projeto é um
conjunto de fases inter-relacionadas e coordenadas com a finalidade de atingir
os objetivos pretendidos.” (PASSOS, 2008, p. 18)
O ciclo de vida de projetos é uma
organização de fases, com um controle muito amplo de todos os passos de um
projeto, se subdividindo em atividades específicas, estágios e fases do
projeto. Esta subdivisão permite um melhor controle dos recursos gastos
Segundo Vargas (2003), o ciclo de vida é
dividido em conjunto de fases, fixos que analisa os principais passos do
processo, contextualizando, desenvolvendo, desenhando e promovendo a prática.
No entendimento de Mendes (2006), “o
ciclo de vida de um projeto é um seqüenciamento de fases no intuito de atingir
um objetivo.”.
O Ciclo de Vida
do Projeto é o conjunto das fases seqüenciais, cujos nomes são determinados
pela organização e geralmente incluem passos principais englobados pela
conceituação, planejamento, desenho, desenvolvimento, implementação e operação
dos subprodutos relacionados à performance técnica do projeto. Também
determinam as ações de transferência incluídas no projeto, que visam ligar o
projeto às operações contínuas da organização. (MENDES, 2006, p. 44)
Para
a execução, temos técnicas e ferramentas que serão aplicadas para controle do
gerenciamento. O ciclo de vida está fundamentalmente compondo as fases do
projeto do início ao fim. Cada atividade terá seus estágios de vida, o início,
intermediário e o fim, para que o processo subsequente e requisito do anterior
possa estar dentro do processo e também desenvolvido dentro do seu clico de
vida.
Todo o conjunto destas divisões e
subdivisões do projeto é controlado e determinado pelo ciclo de vida,
promovendo a inicialização e viabilidade, a base e estruturação, progresso,
aceitação e finalização da fase.
Na análise do ciclo de vida do projeto
caracterizamos em três grandes estruturas, fases para quais se subdividem, que
são: identificação da oportunidade, desenvolvimento da ideia e encerramento do
projeto.
Numa caracterização do ciclo de vida do
projeto, temos a relação de velocidade e tempo de execução, o esforço empregado
no projeto. No primeiro, o início é lento, e, tendo em seguida um progresso
acelerado até o ápice e a desaceleração até a finalização. Não muito diferente
para o tempo e esforço onde no início se dá baixo e com maior esforço, menos
tempo se dá alcance do término. “O nível de esforço destinado ao projeto
inicia-se em praticamente zero e vai crescendo até atingir um máximo e, logo
após esse ponto, reduz-se bruscamente até atingir o valor zero.” (VARGAS, 2003,
p. 33)
O ciclo de vida do projeto permite um
controle veemente na intensão de todos os recursos pelos gerentes ou
coordenadores in loco dos níveis do projeto, elevando o grau de confiabilidade
e reduzindo as incertezas. Promove ações para que não ocorra disperdícios de
dinheiro e tempo, com uma lista de verificações e rotinas para que dentro de
cada fase processos não sejam deixados de lado, sendo desta forma
intransponíveis, para que o resultado seja efetivo e o projeto construído,
desenvolvido e finalizado com sucesso.
REFERÊNCIAS
MENDES,
Marcelo. As Fases e o Ciclo de Vida de Projetos e suas Técnicas de Melhoria. In
POSSI, Marcus (Coord.). Gerenciamento de
projetos: guia do profissional: volume 1: abordagem geral e definição do
escopo. Rio de Janeiro, RJ: Brasport, 2006. 3 v. p. 41-57
PASSOS,
Maria Luiza Gomes de Souza. Gerenciamento
de projetos para pequenas empresas: combinando boas práticas com
simplicidade. Rio de Janeiro (RJ): Brasport, 2008.
VARGAS,
Ricardo Viana. Gerenciamento de projetos:
estabelecendo diferenciais competitivos.. 5.ed. Rio de Janeiro, RJ: Brasport,
2003.
Claudio Santos e Sudsllayne de Morais Delfino
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