segunda-feira, 9 de junho de 2014

Fábio Luiz Pacheco



Inventário de Software

            Atualmente, toda e qualquer documentação é necessária, para permitir que exista continuidade e evolução nos processos em uma organização. A construção de parâmetros sólidos no quesito tecnologia, possibilitam ao Gestor de TI uma visão mais clara do ambiente. Isto permite, que ele tome decisões mais assertivas, buscando criar um ambiente mais adequado as necessidades de cada usuário.
            O inventário de software é o mapeamento, realizado dentro de uma organização, cujo objetivo é identificar em cada um dos computadores existentes, sejam eles estações de trabalho ou servidores, os softwares implantados e como estão sendo utilizados.
            Um dos alvos no processo de inventariar softwares, está em coletar informações sobre seu uso, avaliando sua real necessidade de permanecer instalado naquele equipamento. A redistribuição é uma forma de redução de custo, evitando a aquisição de novas licenças de softwares proprietários. É importante ressaltar também, que o inventário auxilia os gestores de TI na administração das licenças de seus softwares.
            Há basicamente duas formas de realizar o processo de inventário de software. A primeira delas é a realização manual, verificando em cada um dos computadores os softwares instalados, catalogando as informações específicas de cada um deles. A segunda é a realização do processo de inventário utilizando softwares específicos, que faz a varredura em toda a rede e identifica os softwares instalados em cada um dos computadores da rede. As informações disponibilizadas para manuseio do Gestor de TI, podem variar de software para software.



REFERÊNCIA

Microsoft. Faça o Inventário. Disponível em: http://www.microsoft.com/pt-br/sam/inventory.aspx. Acesso em: 25/05/2014.

ADOTI. Inventário de Hardware, Inventário de Software e Relatórios. Disponível em: http://www.adoti.com.br/funcionalidades/inventario-hardware-inventario-software-relatorios.html. Acesso em 25/05/2014.

quinta-feira, 5 de junho de 2014

Claudio e Sudsllayne


Análise e viabilidade de Projetos em TI

A escolha de um projeto requer uma análise econômica dos investimentos . É necessário um estudo da viabilidade do projeto, se está condizente com o esperado, se o retorno financeiro será suficientemente rentável e se o dinheiro aplicado obterá o maior retorno.

A análise dos investimentos deve ser de acordo com os critérios financeiros, pois eles indicarão os efeitos que estes terão sobre a situação financeira da empresa.  Mas essa análise pode não ser suficiente para a tomada de decisão, por isso faz-se necessário aplicar alguns métodos de análise de investimento, como:

- Cálculo da Taxa Mínima de Atratividade (TMA)

- Método do Valor Presente Liquido (VPL);

- Método da Taxa Interna de Retorno (TIR);

- Payback

- ROI

- Taxa de Juros

 

TMA

O calculo a Taxa Mínima de Atratividade deve ser feito para que se verifique se o investimento não teria maior lucratividade se fosse investido em outro projeto. De acordo com Casaroto (2000, p. 108) “a proposta para ser atrativa deve render, no mínimo, a taxa de juros equivalente à rentabilidade das aplicações correntes e de pouco risco.”.

 

VPL

O valor presente líquido (VPL) leva em conta o valor do dinheiro no tempo. O VPL é utilizado tanto as entradas como as saídas de caixa e que são trazidas, mensuradas, o valor para tempo presente.

Quando um VPL for maior que zero ($0) o projeto deverá ser aceito, e rejeitado quando menor, ou seja, um valor negativo.

“O valor presente líquido (VPL) é obtido subtraindo-se o investimento inicial  de um projeto (FC0) do valor presente de suas entradas de caixa (FCt), descontadas a uma taxa igual ao custo de capital da empresa (k). (GITMAN, 2004, p. 342).

 

TIR

TIR - taxa interna de retorno, cita Gitman (2004, p. 342), que talvez seja a técnica sofisticada de orçamento de capital mais utilizada.

Para se tomar uma decisão de investimento analisando utilizando a analise sobre a TIR, deve levar em consideração quando a TIR for mais que o custo de capital, deve-se aceitar o projeto, diferente, quando menor que o custo de capital deve-se rejeitar o projeto.

 

Payback

O payback é utilizado para  se ter uma avaliação do investimento. Nessa avaliação se trata de quanto tempo será necessário para que se recupere o investimento inicial e que comece a gerar lucro ao investidor.

Para se obter o período do payback é realizado pelas entradas de caixa anuais, tendo-se o tempo em anos e meses, e a partir disso o investidor tomará a decisão de aceitar ou rejeitar o projeto a ser investido.Gitman (2004, p. 339) diz que dividindo-se o investimento inicial pela entrada anual de caixa será encontrado o período do payback.

Amplamente utilizado pelas várias empresas o payback por ser intuitivo e pela simplicidade de cálculo ainda é subjetivo, porque leva implicitamente  uma conta e distribuição de fluxos de caixa no tempo.

“A principal deficiência do período de payback reside no fato de que o período apropriado de recuperação é apenas um número determinado subjetivamente. (GITMAN, 2004, p. 340).

 

ROI

Retorno do ativo total (return on total assets ROA),  também chamado de retorno do investimento “mede a eficácia geral da administração de uma empresa em termos de geração de lucros como os ativos disponíveis.”. (GITMAN, 2004, p. 55).

Se obtém o ROI pela divisão dos lucros disponíveis para os acionistas ordinários pelo patrimônio dos acionistas ordinários.

 

Taxa de Juros

É um mecanismo que regula o controle do fluxo de fundos entre fornecedores e demandantes, entende Gitman (2004, p. 226)

A taxa de juros representa o custo do dinheiro é quanto irá render em um determinado período, variando conforme as mudanças e condições econômicas. Analisa-se então que quanto mais baixa a taxa de juros, maior o fluxo de fundos.

Com o resultado de todas essas análises feitas, poderá ser tomada a decisão de investir ou não no projeto.

 

Referências

CASAROTTO FILHO, Nelson; KOPITTKE, Bruno Hartmut. Analise de investimentos: matemática financeira, engenharia econômica, tomada de decisão e estratégia empresarial. 9 ed. São Paulo (SP): Atlas, 2000.

GITMAN, Lawrence Jeffrey. Princípios de administração financeira. 10. ed. Tradução de Antonio Zoratto Sanvicente. São Paulo: Pearson Addison Wesley, 2004.

Pedro Della Rocca

Análise e Viabilidade de Projetos em TI.

A análise prévia de investimentos permite que se racionalize a utilização dos recursos de capital.
Desta forma, podemos enfatizar o seguinte, “Definir projetos de investimento em uma empresa é decorrência da intenção empresarial, ou seja, a intenção de seus controladores, dirigentes e até, porque não, de seus colaboradores. A intenção empresarial, enquanto fruto de um planejamento, passa a se chamar Estratégia Empresarial. A Estratégia Empresarial é, portanto, fruto de um processo de Planejamento Estratégico. E planejamento Estratégico pode ser definido como um processo que consiste na análise sistemática da situação atual e das ameaças e oportunidades futuras, visando a formulação de estratégias” (CASAROTTO, 2000, p. 298).

Sendo assim, podemos destacar os principais métodos de avaliação de investimentos:

O TIR é considerado a taxa de retorno do investimento. É utilizado para calcular a taxa de desconto que teria um determinado fluxo de caixa para igualar a zero seu VPL (Valor Presente Líquido).

VPL é a taxa para se calcular o valor presente de uma série de pagamentos futuros descontando uma taxa de custo de capital estipulada. Isto quer dizer que, o dinheiro no futuro vale menos, justamente por não termos certeza de que vamos recebê-lo.

O método do PAYBACK consiste simplesmente na determinação do número de períodos necessários para recuperar o capital investido.

Índice de Lucratividade é medido pela relação entre o valor atualizado dos fluxos operacionais líquidos de entrada de caixa e os de saída de caixa (investimentos). Quando o índice de lucratividade líquida for superior a 1,0 indica que o projeto é economicamente atraente.

Taxa mínima de atratividade é a taxa a partir da qual o investidor considera que está obtendo ganhos financeiros. É uma taxa associada a um baixo risco. (CASAROTTO, 2000, p. 55).

Casarotto (2000) conclui que, os problemas de ANÁLISE DE INVESTIMENTOS são solucionados por técnicas de ENGENHARIA ECONÔMICA, fundamentadas na ciência exata MATEMÁTICA FINANCEIRA e outras disciplinas de apoio.

ROI é a relação entre o dinheiro ganho ou perdido através de um investimento. Quanto maior o ROI maior o retorno obtido.

Referências:

CASAROTTO Filho, Nelson. Análise de Investimentos. 10. ed. São Paulo: Atlas, 2008.


Luiz Henrique Melo - Plano de Negócios

Plano de Negócio em TI


            Na área da Tecnologia da Informação o plano de negócio poderá delinear a intensão de um produto que uma empresa quer comercializar, um aplicativo que se pretende desenvolver ou um serviço que poderá ser prestado à um cliente. A importância do plano de negócio é a clareza e o detalhe do que se quer vender, com uma pesquisa de mercado do produto, a busca e estudo dos concorrentes, o risco que o negócio pode promover, uma estimativa da receita que será utilizada no negócio e o preço do produto. Segundo Bernard (2009, p.109) “Um plano de negócio é um projeto especifico, desenvolvido para produzir um determinado resultado“.
                 

            As perguntas acima podem ajudar no desenvolvimento do plano de negócio outro autor conceitua plano de negócio da seguinte maneira. Segundo Salim (2005, p. 3) “Plano de negócio é um documento que contém a caracterização do negócio, sua forma de operar, suas estratégias, seu plano para conquistar uma fatia do mercado e as projeções de despesas, receitas e resultados financeiros“.
            Outro ponto importante citado por Dornelas (2008, p. 48) “Um dos mais importantes propósitos do plano de negócio é atrair diversos interessados e convencê-los do potencial do seu empreendimento“. No plano de negócio deve estar explícito que valerá a pena investir no projeto ou empreendimento mostrado nele, ao ler o plano de negócio o diretor, acionista, gerente ou cliente devem ficar convencidos que o projeto ou empreendimento deve ser executados.

Referências Bibliográficas.

DORNELAS, José Carlos et al. Plano de Negócios que dão certo: um guia para pequenas empresas. Rio de Janeiro: Campus, 2008. p. 27-48.

SALIM, Cesar Simões et al. Construindo Planos de Negócios: Todos os passos necessários para planejar e desenvolver negócios de sucesso. 3. ed. Rio de Janeiro: Campus, 2005. p. 2-12.


BERNARDI, Luiz Antônio. Manual de Plano de Negócios: Fundamentos Processos e Estruturação. São Paulo: Atlas, 2009.

quarta-feira, 28 de maio de 2014

THIAGO E NATHAN



Ativo financeiro


Um ativo financeiro é uma representação inimaginável do valor de um item. Ele obtém o seu valor monetário de acordo com o que ele representa, um ativo financeiro é um documento que não tem valor fundamental em si mesmo até que seja convertido em dinheiro, por isso eles são muito conhecidos como papeis. Os tipos comuns de ativos financeiros incluem certificados, títulos, ações e depósitos bancários.  De acordo Kiyosaki (2004, p. 76) “Tudo que lhe pertence que produz renda passiva ou de portfólio é um ativo”.
Os ativos financeiros são classificados de acordo com sua liquidez. Liquidez é a capacidade do ativo em se transformar em dinheiro. Os ativos mais líquidos são aqueles que mais rápido se transformam em dinheiro, pois aqueles dos quais o investidor pode dispor mais facilmente. O ativo mais líquido que usamos diariamente é a moeda.
Outro tipo de ativo financeiro é um vínculo. As obrigações são muitas vezes vendidos por empresas ou governos para os investidores, a fim de ajudar a financiar projetos de curto prazo. Eles são um tipo de documento legal que detalha a quantidade de dinheiro que um investidor emprestou ao mutuário e o período de tempo que deve ser pago. Um título representa o quanto de juros está garantido para ser devolvido ao investidor, juntamente com o valor do empréstimo inicial.
O dinheiro que é depositado em uma conta bancária também conta como um ativo. Quando o dinheiro é colocado em uma conta bancária, a prova dos fundos é um extrato bancário que resume o valor da conta. Dinheiro depositado não é considerado um ativo físico, porque o banco usa o dinheiro para financiar o seu negócio e se compromete a devolvê-lo quando o titular da conta decide retirá-la.
Um ativo financeiro é normalmente dada uma data de vencimento de uma obrigação contratual. Se ele permanece intocado e não convertido em dinheiro até essa data, o valor será geralmente aumentado. Sacar  um ativo antes da sua data de vencimento pode custar a uma pessoa perdas financeiras, porque viola os termos do acordo.

Referência
KIYOSAKI, Robert T; LECHTER, Sharon L. Pai rico, pai pobre: para jovens : o que a escola não ensina sobre dinheiro. 2. ed. Rio de Janeiro: Campus, 2004.