quinta-feira, 15 de maio de 2014

Fábio Luiz Pacheco



CAPITAL DE GIRO

            De acordo com Luneli, “Capital de giro é o conjunto de valores necessários para a empresa fazer seus negócios acontecerem (girar)”.
            Dentro das organizações, o capital de giro representa, em média, de 30 a 40% do total dos ativos. Apesar de sua pequena participação sobre o total dos ativos da empresa, ele exige um esforço maior em sua gestão do administrador financeiro, do que despendido para o capital fixo.
Comumente as dificuldades em manter um capital de giro nas organizações ocorrem, principalmente, por fatores como: redução das vendas, crescimento da inadimplência, crescimento das despesas financeiras, aumento de custos, etc. Entretanto de forma mais frequente, os problemas de capital de giro surgem como consequência de uma redução de vendas.
Há ações de cunho preventivo para minimizar as dificuldades em situações anormais, com as citadas anteriormente. A principal delas consiste na formação de reserva financeira para enfrentar essas mudanças súbitas no quadro financeiro da organização.
Outra ação que pode trazer benefícios para manter sólido o capital de giro, é o encurtamento de seu ciclo econômico. Este pode ser definido como o tempo necessário para insumos em produtos ou serviços. Neste caso, as necessidades de capital de giro se reduzem de maneira drástica.
            Em suma, o capital de giro é fator preponderante para manter o bom funcionamento financeiro da empresa. É o valor que a organização precisa dispor para ser utilizado em casos emergenciais.

REFERÊNCIA
LUNELLI, Reinaldo Luiz. Necessidade do Capital de Giro. Disponível em: http://www.portaldecontabilidade.com.br/tematicas/necessidadecapitalgiro.htm. Acesso em: 14 maio 2014.

IEF. Capital de Giro: Um desafio permanente. Disponível em: http://www.ief.com.br/analise.htm. Acesso em: 14 maio 2014.

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