CAPITAL
DE GIRO
De
acordo com Luneli, “Capital de giro é o conjunto de valores necessários para a
empresa fazer seus negócios acontecerem (girar)”.
Dentro
das organizações, o capital de giro representa, em média, de 30 a 40% do total dos ativos.
Apesar de sua pequena participação sobre o total dos ativos da empresa, ele
exige um esforço maior em sua gestão do administrador financeiro, do que
despendido para o capital fixo.
Comumente as dificuldades em
manter um capital de giro nas organizações ocorrem, principalmente, por fatores
como: redução das vendas, crescimento da inadimplência, crescimento das
despesas financeiras, aumento de custos, etc. Entretanto de forma mais frequente, os problemas de capital de giro surgem como consequência de uma
redução de vendas.
Há ações de cunho preventivo
para minimizar as dificuldades em situações anormais, com as citadas
anteriormente. A principal delas consiste na formação de reserva financeira
para enfrentar essas mudanças súbitas no quadro financeiro da organização.
Outra ação que pode trazer
benefícios para manter sólido o capital de giro, é o encurtamento de seu ciclo
econômico. Este pode ser definido como o tempo necessário para insumos em
produtos ou serviços. Neste caso, as necessidades de capital de giro se reduzem
de maneira drástica.
Em
suma, o capital de giro é fator preponderante para manter o bom funcionamento
financeiro da empresa. É o valor que a organização precisa dispor para ser utilizado
em casos emergenciais.
REFERÊNCIA
LUNELLI,
Reinaldo Luiz. Necessidade do Capital de Giro. Disponível em: http://www.portaldecontabilidade.com.br/tematicas/necessidadecapitalgiro.htm.
Acesso em: 14 maio 2014.
IEF. Capital de Giro: Um desafio permanente. Disponível
em: http://www.ief.com.br/analise.htm. Acesso em: 14 maio 2014.
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