quarta-feira, 14 de maio de 2014

Claudio e Sudsllayne



Ativos financeiros

Para a viabilidade de um plano de negócio ou do empreendimento, precisa-se de investimentos, comprometimento financeiro para o funcionamento inicial.
Este investimento tem por objetivo ter retorno no futuro em bens de capital e que serão utilizados no processo produtivo. Após o investimento inicial e de se ter um funcionamento operacional o empreendimento deverá ter disponível recursos financeiros.
Para Lapponi (2007, p. 102), o investimento “é um desembolso realizado com a expectativa de obter benefícios futuros quantificados pela geração de um fluxo de retornos adequados.”.
Os investimentos em um empreendimento são de dois tipos, ativos fixos e capital de giro.
“Ativos fixos são bens de capital necessário à atividade operacional do empreendimento” afirma Correia Neto (2009, p. 110).
Nestes ativos fixos temos o ativo operacional, ativo intangível e o ativo financeiro.
O ativo financeiro, “refere-se à compra de um direito de receber retornos monetários futuros”. (LAPPONI, 2007, p. 106).
Os ativos financeiros tanto podem ser a posse de direitos como o próprio dinheiro. Compra de ações de empresas, debêntures e até mesmo a caderneta de poupança são posses de direito para que no futuro se obtenha um retorno financeiro e com lucro sobre o capital investido.

existe uma modalidade de aplicação na qual um investidor pode comprar o direito de vender ações de uma determinada empresa em um prazo futuro por valor preestabelecido. É uma operação conhecida como um contrato de opção. Se a cotação das ações da empresa caírem, o valor do contrato de opção de venda sobe, proporcionando lucro para o investidor.  (D’AGOSTO, 2013)

Ativos financeiros são formas de o investidor dispor de dinheiro e determinado lucro sobre direitos adquiridos anteriormente.

Os ativos financeiros são classificados de acordo com sua liquidez. Liquidez é a capacidade deste ativo se transformar efetivamente em dinheiro. Os ativos mais líquidos são aqueles que mais rápido se transformam em dinheiro, aqueles dos quais o investidor pode dispor mais facilmente. O ativo mais líquido da economia é a moeda.  (O QUE, 2009)



REFERÊNCIAS

CORREIA NETO, Jocildo Figueiredo. Elaboração e avaliação de projetos de investimento: considerando o risco. Rio de Janeiro: Elsevier, 2009.

D’AUGUSTO, Marcelo. Ativos financeiros “antifrágeis”. [2013]. Disponível em: <http://www.valor.com.br/valor-investe/o-consultor-financeiro/2968994/ativos-financeiros-%E2%80%9Cantifrageis%E2%80%9D>. Acesso em: 14 maio 2014.

LAPPONI, Juan Carlos. Projetos de investimento na empresa. Rio de Janeiro: Elsevier, 2007.

O QUE são ativos financeiros. [2009]. Disponível em: <http://engenhariatributariaebta.spaceblog.com.br/463341/O-QUE-SAO-ATIVOS-FINANCEIROS/>. Acesso em: 14 maio 2014.


Capital de Giro

Dario G Victor
Willian Leal

Capital de Giro

Capital de giro significa capital de trabalho, ou seja, o capital necessário para financiar a continuidade das operações da empresa, como recursos para financiamento aos clientes (nas vendas a prazo), recursos para manter estoques e recursos para pagamento aos fornecedores (compra de matéria-prima ou mercadorias de revenda), pagamento de impostos, salários e demais custos e despesas operacionais.

Posemos observar, conforme o próprio nome indica, que o capital de giro está relacionado com todas as contas financeiras que giram ou movimentam o dia-a-dia da empresa, como se fosse o sistema circulatório no corpo humano.

Se o capital de giro está relacionado com as contas financeiras que giram ou movimentam o dia-a-dia da empresa, podemos concluir que:
-Toda empresa que vende a prazo, precisa de recursos para financiar seus clientes.
-Toda empresa que mantém estoque de matéria-prima ou de mercadorias, precisam de recursos para financiar estoques.
-Quadro a empresa compra a prazo (matéria-prima ou mercadoria), significa que os fornecedores financial parte ou a totalidade do estoque.
-Quando a empresa tem prazo para pagar as despesas (impostos, energia, salários e outros gastos), significa que a parte ou totalidade dessas despesas é financiada pelos fornecedores de serviços.

A interpretação das situações acima nos leva a determinar em quais contas a empresa precisa aplicar e de que contas a empresa obtém recursos para financiar o capital de giro.

Um conceito importante para entendimento do capital de giro está relacionado à Necessidade de Capital de Giro. A Necessidade de Capital de Giro indica o montante de recursos que a empresa precisa para financiar suas operações, ou seja, o valor dos recursos que a empresa precisa para que seus compromissos sejam pagos nos prazos de vencimento.

Referências

ESCÓSSIA, http://www.carlosescossia.com/2009/09/o-que-e-capital-de-giro.html. Acesso em: 14 Maio. 2014.  
LEMES JUNIOR, Antônio Barbosa, et al. Administração Financeira: Princípios, Fundamentos e Práticas Brasileiras. Rio de Janeiro: Campus, 2002.

Agência de Fomento

Dario G. Victor
Willian Leal

Agência de Fomento


As agências de fomento são instituições financeiras não bancárias, regulamentadas pelo Banco Central do Brasil.
Têm como objeto social a concessão de financiamento de capital fixo e de giro associado a projetos na Unidade da Federação onde tenham sede. Devem ser constituídas sob a forma de sociedade anônima de capital fechado e estar sob o controle de Unidade da Federação, sendo que cada Unidade só pode constituir uma agência.
As seguintes operações e atividades podem ser realizadas pelas agências de fomento, observada a regulamentação aplicável em cada caso:
·          Prestação de garantias em operações compatíveis com o seu objeto social;
·          Prestação de serviços de consultoria e de agente financeiro;
·          Prestação de serviços de administrador de fundos de desenvolvimento, observado a legislação específica;
·          Aplicação de disponibilidades de caixa em títulos públicos federais, inclusive por meio de operações compromissadas;
·          Cessão de créditos;
·          Aquisição, direta ou indireta, inclusive por meio de fundos de investimento, de créditos oriundos de operações compatíveis com o seu objeto social;
Da mesma forma possuem algumas limitações, onde não podem captar recursos junto ao público, recorrer ao redesconto, ter conta de reserva no Banco Central, contratar depósitos interfinanceiros na qualidade de depositante ou de depositária e nem ter participação societária em outras instituições financeiras.
Em Santa Catarina a FAPESC vem sendo referência entre as agências de fomento do Brasil. Sua aproximação às instituições de ensino e as empresas, articuladas com o governo e outras esferas da sociedade, mostram em resultados o volume de projetos e pesquisas desenvolvidos nos últimos anos.
Tendo como sua atividade principal a FAPESC apoia financeiramente inclusive por meio de subvenção econômica, projetos de pesquisa e inovação em todas as áreas do conhecimento e para as diferentes entidades públicas e privadas catarinenses. A Fundação também concede bolsas, desde as de Iniciação Científica Júnior (a alunos do ensino fundamental e do médio), até bolsas de doutorado. Ainda financia eventos, publicações, infraestrutura laboratorial e custeio em geral.
Em 2012, a FAPESC manteve cerca de 1500 projetos ativos. Também naquele ano, os investimentos da FAPESC foram de aproximadamente R$60 milhões, um recorde de aplicações. Desse total, aproximadamente R$ 50 milhões foram aplicados em projetos, enquanto no orçamento executado em 2011 (R$53,8 milhões), R$47 milhões se destinaram a projetos.
Alguns programas da FAPESC contribuíram para impulsionar este avanço, como o Geração TEC, Tecnova, Sinapse da Inovação e outros.

   
Em 2012
Projetos Ativos
1.534
Pesquisadores contemplados
4.000
Entidades contempladas
255
Bolsas concedidas
640
Dados de 29/08/12


Referências



FAPESC. Relatório de Atividades – 2012.  Disponível em: <http://www.fapesc.sc.gov.br/images/stories/relatorio/PDFrelatorio2012-FAPESC.pdf >. Acesso em: 10 Maio. 2014.

quarta-feira, 7 de maio de 2014

Pedro Della Rocca

Capital de Giro


capital de giro representa o ativo circulante da empresa, são os bens da empresa que podem ser convertidos em capital dentro de um curto prazo, por exemplo: mercadorias em estoque, dinheiro em caixa, matérias primas e aplicações financeiras.

É de extrema importância manter-se atualizado quanto ao capital de giro, ele forma-se a partir das necessidades do mercado consumidor, que por sua vez não são constantes, estão sempre mudando em quantidade ou itens.


Para que serve o capital de giro:

- Pagar as contas de curto prazo;
- Permitir a criação de riqueza na empresa em longo prazo;
  - Suprir a empresa para a realização de suas atividades operacionais;
- Manter o equilíbrio adequado entre as contas do ativo e as contas do passivo da empresa;
- Gerar caixa positivo para a empresa.



Referências:


                         

                     CONTAAZUL. O que é Capital de Giro. Disponível em: 
<http://contaazul.com/blog/2013/02/o-que-e-capital-de-giro/>. Acesso em: 08 maio. 2014.

                     GONÇALVES, Vinícius. Capital de giro, Disponível em: 
                <http://www.novonegocio.com.br/montar-negocio/capital-de-giro/>. Acesso em: 08 maio. 2014

sexta-feira, 2 de maio de 2014

Fábio Luiz Pacheco



Investimento - Capital de Risco

            O Capital de Risco é uma das várias formas de investimento possíveis, disponível no mercado, para atender as necessidades financeiras de uma empresa; seja ela iniciante ou madura. Entretanto essas empresas especializadas ou até mesmo investidores individuais, chamados de investidores anjo, procuram empresas de segmentos específicos, que possuam uma probabilidade alta de retorno do capital investido. As áreas de maior procurar por empresas do capital de risco, normalmente são de biotecnologia, tecnologia da informação, energia, etc.
            Para se obter sucesso na aquisição de recursos de uma empresa de capital de risco ou de um investidor anjo, é necessário um sólido plano de negócio, que demonstre fortes indícios de que o investimento será lucrativo, ou seja, que trará retorno do valor investido.
Os investimentos realizados por empresas de capital de risco são diferentes dos empréstimos bancários, por exemplo. Isto porque este tipo de investimento está baseado no retorno que a empresa obterá, sendo assim, o investidor também tem interesse no sucesso da empresa, para que igualmente, consiga reaver o investimento, mais os lucros advindo do sucesso da empresa. No caso dos banco, a empresa sendo bem sucedida ou não com o investimento captado junto a instituição, o compromisso deverá ser honrado.
No Brasil este processo ainda é bem acanhado. Há poucas empresas capacitadas a realizar investimento em negócios potenciais, os quais, muitas vezes necessitam apenas deste investimento para se tornarem empresas bem sucedidas. Mas é importante ressaltar que o dinheiro existe, pode não ser na quantidade necessária ou ideal, entretanto não é por falta de recursos financeiros que uma boa ideia não possa ser financiada. O próprio governo por meio do FINEP e BNDES atuam como investidores, fomentando pequenas e médias empresas que desejam iniciar ou ampliar o negócio.
Um dos pontos críticos no processo de capital de investimento x empresa são as divergências entre investidor e empresário. A administração das empresas pesam no processo de investimento, porque o investidor busca garantidas do negócio a receber aporte financeiro. Nenhum investidor deseja aplicar seu dinheiro em um negócio sem potencial, então garantias mínimas são necessárias para que a empresa possa se beneficiar. Porém muitas vezes a falta de transparência por parte da empresa, corrobora com a perda do investimento.
Finalizando, o capital de risco é uma ótima alternativa para quem busca investimento. Porém ele exige que se vá ao mercado e se submeta a uma avaliação do seu potencial negócio, apresentando, por exemplo, um plano de negócio. O aspecto de peso positivo é que neste caso, o investimento não necessariamente necessita ser pago, como é o caso de empréstimos bancários. Mas sim que o negócio seja um sucesso e traga muito dividendos, que superem os investimento realizado pelo investidor, seja ele uma empresa de capital de risco ou um investidor anjo.

REFERÊNCIAS
AEDB. Capital de Risco no Brasil - Atritos e Convergências. Disponível em: http://www.aedb.br/. Acesso em: 30/04/2014.
INVENTTA. Guia do Capital de Risco. Disponível em: http://inventta.net/. Acesso em: 30/04/2014.
IAPMEI. Guia Prático do Capital de Risco. Disponível em: http://www.iapmei.pt. Acesso em: 30/04/2014.
HSW. Como Funciona o Capital de Risco. Disponível em: http://empresasefinancas.hsw.uol.com.br/questao398.htm. Acesso em: 30/04/2014.