quinta-feira, 20 de março de 2014

Fabio Madruga

Fabio Madruga Branco 
Ciclo de Vida de Projeto 
Ciclo de vida de um projeto pode ser a concepção de organização do tempo e recursos que serão utilizados no decorrer do projeto, na definição de Possi (2006, p. 43) "Podemos dizer que ciclo de vida do Projeto define os limites de inicio e término de um projeto. A validação e tomada de decisão sobre a execução ou não do projeto[...]"       
Para melhor clareza sobre todos os procedimentos que serão adotados no decorrer do projeto são designadas fases que são comuns entre praticamente todos os projetos, o conjunto dessas fases se da o nome de ciclo de vida de projeto, para Passos (2008, p. 18) "O ciclo de vida do projeto é um conjunto de fases inter-relacionadas  e coordenadas com a finalidade de atingir os objetivos pretendidos.". 
As fases são comumente divididas entre nove e quatro, porém essas diferença entre a quantidade de fases normalmente não expressa muita diferença nas atividade que terão que ser executadas ao longo de qualquer projeto. 
Segundo Vargas (2003, p. 33-34)  as fases do projeto são definidas como: 
-Fase de Iniciação é onde são encontradas as necessidades que se tornarão o problema que o projeto irá apresentar solução, a missão e o objetivo também são definidos nesta fase . 
-Fase de Planejamento é nessa fase que se define todas as ações que irão ser tomadas para estruturação do projeto, visando prazos, custos, delegação de atividades e alocação de recursos. O planejamento de riscos e recursos humanos também é definido nessa fase. 
-Fase de execução é onde grande parte do esforço e orçamento é consumido essa fase é aplicação do que foi planejado nas fases anteriores e onde os erros ficam evidentes. 
-Fase de Monitoramento e Controle se inicia paralelamente com o inicio da fase de inicialização e segue com a fase de execução de forma paralela, esta fase visa criar parâmetros de comparação com as projeções estipuladas e os procedimentos executados, podem assim detectar e corrigir erros mais rapidamente. 
-Fase de Encerramento é a fase de analise  e avaliação final do projeto, onde erros são discutidos e para que não ocorram novamente. 
Ao final de cada fase se tem uma Saída que na verdade e o resultado concreto do que foi executado na fase, estas saídas servem para diagnosticar erros e avaliar-los antes de iniciar uma nova fase.   
Referências:  
Vargas, Ricardo Viana. Gerenciamento de Projetos: estabelecendo diferenciais competitivos . 5. ed . Rio de janeiro: Brasport2003 
Passos, Maria Luiza Gomes de Souza. Gerenciamento de Projetos para Pequenas Empresas: combinando boas praticas com simplicidade. Rio de Janeiro: Brasport. 2008  
Possi, Marcus (org). Gerenciamento de Projetos Guia do Profissional: Volume 1: abordagem geral e definição de escopo. Rio de Janeiro: Brasport. 2006    
Ciclo de Vida do Projeto


Segundo Possi (2006, p.  27) Todo projeto pode ser subdividido em determinadas fases de desenvolvimento. O entendimento dessas fases permite ao time do projeto um melhor controle de recursos gastos para atingir as metas estabelecidas”. Estas fases são conhecidascomo o ciclo de vida do projeto. Ele possibilita que sejam avaliadas as semelhanças que podem ser encontradas em todos os projetos, de acordo com Passo (2008, p. 43) Podemos dizer que o ciclo de vida do projeto define os limites de inicio e término de um projeto.
 Um projeto é desenvolvido a partir de uma ideia, progredindo para um plano, que por sua vez é executado e concluído. Cada fase do projeto é caracterizada pela entrega, ou finalização, de um determinado trabalho. Com o andamento do projeto, as fases são realizadas quase que simultaneamente, em um ciclo dinâmico de ações. Ao longo do ciclo de vida diversas considerações podem ser feitas, de acordo com Vargas (2003, p. 17) num projeto ocorrem normalmente dois tipos de ciclos de vida, o ciclo de vida do produto e o do projeto.
Etapas do ciclo de vida de um projeto:

Iniciação - Fase em que a ideia do projeto se materializa.
Planejamento - Fase em que todas as atividades e a estratégia será definida.
Execução - Fase em que todas e somente as atividades planejadas são executadas.
Encerramento - Fase em que é formalizado o fim do projeto.

Bibliografia

POSSI, Marcus (Coord.). Gerenciamento de projetos: guia do profissional. Rio de Janeiro, RJ:Brasport, 2006. 3 v ISBN 8574522805

PASSOS, Maria Luiza Gomes de Souza. Gerenciamento de projetos para pequenas empresas: combinando boas práticas com simplicidade. Rio de Janeiro (RJ): Brasport, 2008. 294 p. ISBN 9788574523811

VARGAS, Ricardo Viana. Gerenciamento de projetos: estabelecendo diferenciais competitivos.. 5.ed. Rio de Janeiro, RJ: Brasport, 2003. 308 p. ISBN 8574521299

Luciano Giovanaz

Ciclo de vida de um Projeto


Ao falarmos em ciclo de vida de um projeto precisamos ter em mente que este é único e possui início, meio e fim, portanto tem uma duração dentro de um período de tempo, como destaca Wideman apud Vargas (2009) “o ciclo de vida do projeto caracteriza a sua temporalidade, partindo de um processo de trabalho estratégico inicial até atingir um topo de trabalho executivo de produção que antecede o seu término”.
Este tempo pode ser de algumas horas, dias, meses ou anos, dependendo da complexidade e esforços necessários para criação ou iniciação, planejamento, execução e encerramento, capitaneados pelo monitoramento e controle do projeto. Estas fases, que podem subdividir o projeto, permitem um controle total dos recursos disponibilizados em busca do alcance das metas estabelecidas.
Segundo Vargas (2009): 

        “O ciclo de vida pode ser dividido em um conjunto de fases, normalmente fixas para todos os tipos de projeto, contendo uma série de passos principais do processo de contextualizar, desenhar, desenvolver e colocar em operação uma determinada necessidade do projeto. Essas fases, por sua vez, são subdivididas em estágios, ou etapas específicas, de cada natureza de projeto (construção, desenvolvimento de produtos etc.). Esses estágios são, então, subdividis em atividades, ou tarefas específicas de cada projeto.”

Com essa divisão, visualizamos que “O ciclo de vida do projeto é um conjunto de fases inter-relacionadas e coordenadas com a finalidade de atingir os objetivos pretendidos” (PASSOS, 2008) e temos a possibilidade de evitar a sobreposição  ou anulação de etapas ou ações necessárias a conclusão do projeto, permitindo desta forma mudanças no decorrer tempo, uma melhor avaliação da incerteza relativa aos prazos e custos que tendem a diminuir; permite uma visão da velocidade de desenvolvimento, que “na maioria das vezes, se caracteriza por um início lento, seguido de um progresso acelerado até atingir um pico e, logo em seguida, uma desaceleração até atingir seu término” (VARGAS, 2009); permite também mensurar o nível de esforço que vai aumentando gradativamente, até atingir um pico máximo, que quando transposto reduz-se bruscamente até atingir o valor zero.
As características do ciclo de vida de um projeto englobam a potencialidade de adicionar valor ao projeto e o custo das mudanças ou correções, que relacionados apontam para o período de oportunidade construtiva, onde as mudanças são vantajosas para o projeto e a intervenção destrutiva onde as mudanças são custos que geram desvantagem ao projeto, conforme aponta Vargas (2009). Concomitante a estas características, está a capacidade de adequação que vai diminuindo a medida que o projeto se aproxima do seu término. Durante o início do projeto, encontramos outras duas características dos projetos que são a incerteza do risco e a quantidade arriscada, que no decorrer do tempo, levando-se em consideração a sua intensidade, ao se aproximarem sinalizam a chegada do projeto em uma região temporal de maior impacto do risco, onde ocorre a transição de um com o outro, onde a quantidade arriscada parte para o seu nível de maior intensidade e a incerteza do risco declina, isto quando bem avaliada inicialmente no projeto.
Portanto, segundo Possi (2006) “podemos dizer que o ciclo de vida do projeto define os limites de início e de término de um projeto”.


Referências

PASSOS, Maria Luiza Souza. Gerenciamento de Projetos para Pequenas Empresas: Combinando boas praticas com simplicidade. Rio de Janeiro: Brasport, 2008.
POSSI, Marcus (Org.). Gerenciamento de Projetos: Guia do Profissional. Rio de Janeiro: Brasport, 2006.

VARGAS, Ricardo Viana. Gerenciamento de Projetos: Estabelecendo diferenciais competitivos. 7 ed. Rio de Janeiro: Brasport, 2009.
Faculdade Senac Florianópolis - Gestão da Tecnologia da Informação
Aluno: Eduardo Bertol


Ciclo de Vida do Projeto
 

O ciclo de vida nada mais é do que as fazes intermediarias previstas para o começo, desenvolvimento e conclusão de um projeto. Passos (2008) completa: “o ciclo de vida do projeto é um conjunto de fases inter-relacionadas e coordenadas com a finalidade de atingir os objetivos pretendidos.”. É simplesmente uma forma organizada de desenvolver um planejamento, especificando o máximo possível em cada fase como o objetivo final será alcançado, incluindo cronograma, recursos, despesas e risco.
Para Vargas (2003) conhecer os detalhes de cada fase do processo é de extrema importância, pois permite, por exemplo, determinar o que foi, ou não feito pelo projeto; avaliar o progresso do projeto; prever possíveis correções, entre outros. Cada fase deve ser executada e concluída em um determinado tempo, para então a fase seguinte ser executada e concluída, e assim por diante. Passos (2008) conclui: “Embora nem sempre essa lógica seja aplicada, na maioria das vezes a finalização de etapas é utilizada como critério para inicio de novas etapas.”.
Um projeto pode ser feito em qualquer área, das mais variadas formas, de diferentes portes, classificações e nomenclaturas, mas a sua seqüência geralmente não varia. Para Possi (2006) “a conceituação do projeto, a geração de idéia é o momento de identificação das necessidades e oportunidades, informações, disponibilidade de dados, entende-se as necessidades dos clientes, patrocinadores e interessados, e obtém-se a aproxima fase”.


 

 

 

Referências bibliográficas:
VARGAS, Ricardo Viana. Gerenciamento de Projetos: estabelecendo diferenciais competitivos. 5 ed. Rio de Janeiro: Brasport, 2003.
PASSOS, Maria Luiza Souza. Gerenciamento de Projetos para Pequenas Empresas: Combinando boas praticas com simplicidade. Rio de Janeiro: Brasport, 2008.
POSSI, Marcus (Org.). Gerenciamento de Projetos: guia do Profissional. Rio de Janeiro: Brasport, 2006.

Ciclo de Vida do Projeto - Equipe 11


Faculdades SENAC

Curso Superior de Tecnologia em Gestão da Tecnologia da Informação

Técnicas de Pesquisa

Aluno: Luiz Henrique Melo


 

 

 

Ciclo de vida do Projeto

 

 

           

            Ciclo de vida de um projeto são as fases destinadas ao projeto em si. As relações detalhadas ou superficiais das fases de um projeto formam o ciclo de vida que vem do inicio ate o fim do projeto. As fases do projeto podem ser definidas, por exemplo: fase inicial, fase intermediaria e fase final e dentro de cada fase podem ser descritas subfases que formam uma fase. Nessas fases são descritos os recursos a ser alcançada, a equipe a ser formada, o espaço físico onde será desenvolvido, cronograma de entrega das etapas, tempo estimado do projeto, etc.

 

            Alguns autores exibem algumas definições de ciclo de vida de um projeto.

 

O ciclo de vida do projeto é o conjunto das fases sequencias, cujos nomes são determinados pela organização e geralmente incluem passos principais englobados pela conceituação, planejamento, desenho, desenvolvimento, implementação e operação dos subprodutos relacionados à performance técnica do projeto (POSSI, 2006, p. 44).

 

O ciclo de vida do projeto é um conjunto de fases inter-relacionadas e coordenadas, com finalidade de atingir os objetivos pretendidos. Essas fases permitem aos gerentes e executivos possuírem maior controle sobre o recurso (PASSOS, 2008, p. 18).

 

Todo projeto pode ser subdividido em determinadas fases de desenvolvimento. O entendimento dessas fases permite ao time do projeto um melhor controle do total de recursos gastos para atingir as metas estabelecidas. Esse conjunto de fases é conhecido como ciclo de vida (VARGAS, 2005, p. 27).

 

As fases do projeto serão descritas de acordo com a sua natureza, não existe um padrão a ser seguido, contudo será sempre mantida a ideia de inicio, meio e fim. A conclusão de uma fase do projeto não necessariamente signifique o inicio da fase seguinte. Porém pela lógica ao concluirmos uma fase do projeto, a autorização para o inicio da próxima fase torna-se quase automática. Em uma conclusão da fase inicial do projeto com os levantamentos das necessidades, formação da equipe, mensuração dos recursos utilizados, etc.  A fase de desenvolvimento vem na sequencia com a equipe entrando na fase de elaboração e planejamento do produto, essa transição de uma para outra é aceitável e flui para a continuação do projeto.

 

 

 

 

 

 

Referências

 

VARGAS, Ricardo Viana. Gerenciamento de Projetos: Estabelecendo diferenciais Competitivos. 5. ed. Rio de Janeiro: Brasport, 2003.

 

PASSOS, Maria Luiza Gomes de Souza. Gerenciamento de Projetos para Pequenas Empresas: Combinando boas Práticas com Simplicidade. Rio de Janeiro: Brasport, 2008.

 

POSSI, Marcus (Org.). Gerenciamento de Projetos Guia do Profissional. Volume 1. Abordagem Geral e definição de Escopo. Rio de Janeiro: Brasport, 2006.

Ciclo de Vida de Um Projeto - equipe 2

Ciclo de Vida de Projetos
Técnicas de Pesquisa em TI
Professor: Eli
Dario G. Victor
Willian Leal
 TGTI – 773


O Ciclo de Vida do Projeto


    O ciclo de vida de cada projeto pode ser descrito genericamente por um único gráfico detalhado ou tabelas específicas de cada atividade.
Tudo depende do tipo de projeto a ser elaborado. Projetos mais complexos terão por sua natureza um valor mais aprimorado.
Como características de um projeto, Ricardo Vargas (2003), traz de forma clara e objetiva algumas das principais.
    Para desenvolver e implantar uma ideia, será necessário se utilizar de ferramentas e técnicas de gerenciamento onde um profissional qualificado será capaz de fazê-lo. O gerenciamento do projeto é a forma mais eficaz e direta para execução das etapas.
Para Marcus (2006, p. 47), “o desenvolvimento da ideia contribui para a melhoria da definição do projeto”.
    Diferente das características, mas não menos importante, temos as fases de um projeto. As fases em ordem são: fase de iniciação,             fase de planejamento, fase de execução, fase de monitoramento e controle e fase de encerramento, particionamento esse importante para melhor entendimento e organização. Os termos usados para cada fase de projeto podem variar. Mas as sequências das fases em geral não mudam. Usando esta sequência, existe uma grande probabilidade de se obter êxito no final do projeto. Sendo assim, seguir um formato dotado por etapas é necessário descrever e entender suas fases para tornar organizada sua execução. Para saber se é possível esta execução é necessário estudar sobre a viabilidade do projeto, se o mesmo se torna capaz de retornar resultados.
Uma boa metodologia de gerenciamento de projetos baseados em portões fornece listas de verificação, formulários, guias e outros elementos que forçam para que aspectos relevantes do projeto não sejam pulados (MARIA LUÍSA GOMES DE PASSOS, 2008, p. 18).
    Não esquecendo que para todo projeto é necessário harmonizar dois fatores primordiais para sua finalização, análise de custo e duração do projeto. Basicamente todo projeto terá um determinado custo, e sendo assim, se faz necessário saber o tempo que levará da ideia até seu encerramento. Ao longo das fases do projeto são feitas análises do seu desempenho e a duração do projeto. Um projeto mal feito pode gastar muito e levar muito tempo para ser finalizado.   Com esta análise será medida o desempenho para saber se o investimento estará sendo bem empregado e  assim se torna mais tangível seu andamento.
    Um projeto bem definido em seu escopo pode dar uma direção mais certeira de sua viabilidade.

Apesar de o escopo ser dado definido pelo projeto, na maioria das vezes, é importante analisar o impacto de escopos genéricos e limitados no desempenho do projeto. Um escopo genérico demais não fornece sequer referenciais para medição de desempenho. Já um escopo extremamente reduzido e específico torna o projeto quase inviável, pois limitações e as restrições são tantas que o desempenho fica diretamente prejudicado (VARGAS, 2003, p. 41).


                      
Bibliografia/Referências
VARGAS, Ricardo V. Gerenciamento de Projetos:  Estabelecendo Diferenciais Competitivos. 5ª Edição. Rio de Janeiro: Brasport, 2003. p. 41
PASSOS, Maria Luiza Gomes de Souza. Gerenciamento de Projetos para Pequenas Empresas. Rio de Janeiro: Brasport, 2008. p. 18 
POSSI, Marcus. Gerenciamento de projetos: Guia do profissional fundamentos técnicos. Rio de Janeiro: Brasport, 2006. p. 47

quinta-feira, 13 de março de 2014

Sorteio de correções para 20/03

Nr Grupo de trabalho 13/mar
1 Cláudio / Su 9
2 Dario / Wilian 8
3 Luciano 7
4 Gustavo 6
5 Fábio Madruga 10
6 Ricardo 4
7 Eduardo 3
8 Nathan / Thiago 2
9 Fábio Pacheco 1
10 Pedro 11
11 Luiz Henrique 5