Ciclo de Vida de Projetos
Técnicas de Pesquisa em TI
Professor:
Eli
Dario
G. Victor
Willian
Leal
TGTI –
773
O Ciclo de Vida do Projeto
O ciclo de vida de cada projeto
pode ser descrito genericamente por um único gráfico detalhado ou tabelas
específicas de cada atividade.
Tudo depende do tipo de projeto a ser elaborado. Projetos mais complexos
terão por sua natureza um valor mais aprimorado.
Como características de um projeto, Ricardo Vargas (2003), traz de forma
clara e objetiva algumas das principais.
Para desenvolver e implantar
uma ideia, será necessário se utilizar de ferramentas e técnicas de
gerenciamento onde um profissional qualificado será capaz de fazê-lo. O
gerenciamento do projeto é a forma mais eficaz e direta para execução das
etapas.
Para Marcus (2006, p. 47), “o desenvolvimento da ideia contribui para a
melhoria da definição do projeto”.
Diferente das características,
mas não menos importante, temos as fases de um projeto. As fases em ordem são:
fase de iniciação, fase de
planejamento, fase de execução, fase de monitoramento e controle e fase de
encerramento, particionamento esse importante para melhor entendimento e
organização. Os termos usados para cada fase de projeto podem variar. Mas as
sequências das fases em geral não mudam. Usando esta sequência, existe uma
grande probabilidade de se obter êxito no final do projeto. Sendo assim, seguir
um formato dotado por etapas é necessário descrever e entender suas fases para
tornar organizada sua execução. Para saber se é possível esta execução é
necessário estudar sobre a viabilidade do projeto, se o mesmo se torna capaz de
retornar resultados.
Uma boa metodologia de gerenciamento de projetos baseados em portões
fornece listas de verificação, formulários, guias e outros elementos que forçam
para que aspectos relevantes do projeto não sejam pulados (MARIA LUÍSA GOMES DE
PASSOS, 2008, p. 18).
Não esquecendo que para todo
projeto é necessário harmonizar dois fatores primordiais para sua finalização,
análise de custo e duração do projeto. Basicamente todo projeto terá um
determinado custo, e sendo assim, se faz necessário saber o tempo que levará da
ideia até seu encerramento. Ao longo das fases do projeto são feitas análises
do seu desempenho e a duração do projeto. Um projeto mal feito pode gastar
muito e levar muito tempo para ser finalizado.
Com esta análise será medida o desempenho para saber se o investimento
estará sendo bem empregado e assim se
torna mais tangível seu andamento.
Um projeto bem definido em seu
escopo pode dar uma direção mais certeira de sua viabilidade.
Apesar de o escopo ser dado definido
pelo projeto, na maioria das vezes, é importante analisar o impacto de escopos
genéricos e limitados no desempenho do projeto. Um escopo genérico demais não
fornece sequer referenciais para medição de desempenho. Já um escopo
extremamente reduzido e específico torna o projeto quase inviável, pois limitações
e as restrições são tantas que o desempenho fica diretamente prejudicado
(VARGAS, 2003, p. 41).
Bibliografia/Referências
VARGAS,
Ricardo V. Gerenciamento de Projetos:
Estabelecendo
Diferenciais Competitivos. 5ª Edição. Rio de Janeiro: Brasport, 2003. p. 41
PASSOS, Maria
Luiza Gomes de Souza. Gerenciamento
de Projetos para Pequenas Empresas.
Rio de Janeiro: Brasport, 2008. p. 18
POSSI, Marcus. Gerenciamento de projetos: Guia do profissional fundamentos técnicos. Rio de Janeiro:
Brasport, 2006. p. 47
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