quinta-feira, 27 de março de 2014

NATHAN E THIAGO


Ciclo de Vida de um Projeto

            Projeto é um conjunto de tarefas designadas a um grupo temporário que tende a completar um objetivo ou necessidade. Essas ações geralmente são únicas e possuem um tempo fixo, mas que pode variar de acordo com a necessidade.

            Segundo Possi (2006, p. 6) ”Não importa a classificação, esses trabalhos possuem características comuns e bem evidentes.”.

            Todos os projetos geralmente possuem um início, meio e fim, mas podem ser nomeados diferentes de acordo com a área que será desenvolvida. Os projetos podem ser divididos em fases, nas quais se inicia com a idéia, seguido da viabilidade, o desenvolvimento do mesmo, produção e a finalização.

            Para um fluxo contínuo de um projeto é preciso ter planejamento. O ciclo de vida é de total importância para uma boa visualização daquilo que o gestor possui em mãos. Pois, conforme afirma Vargas (2003, p. 31) “Todo projeto pode ser subdividido em determinadas fases de desenvolvimento. O entendimento dessas fases permite ao time do projeto um melhor controle total de recursos gastos para atingir as metas estabelecidas.”.

            Apoiando-se em Vargas (2003) podemos afirmar que as fases que fragmentam um projeto possuem metas. E, com intuito de aprofundar-se nas fases, elas são subdivididas em estágios, que são adaptados conforme a natureza de cada projeto. Os estágios, por sua vez, são separados em atividades específicas para o andamento de todo projeto.

A execução do ciclo de vida em um projeto agrega diversos benefícios, tanto para o gestor quanto para a atividade em si. Segundo Vargas (2003) podemos assinalar como pontos contribuintes os fatos de que, conhecendo e estudando as fases previamente bem distribuídas, pode-se ter uma correta análise das metas já atingidas no andamento das tarefas, em que estágio o projeto se encontra, podendo, também, diminuir a incerteza quanto ao custo e o tempo de duração do projeto e até mudar algumas de suas características.

            A grande maioria dos ciclos de vida não se diferencia muito em suas estruturas, visto que se sustentam nas orientações de uma mesma matriz.

A maioria dos ciclos de vida compartilha, segundo o Guia PMBOK 2004, de características comuns:
•Fases seqüenciais com transferências de informações, documentos e produtos entre as fases precedentes e as subseqüentes;
•Nível de emprego de recursos, dispêndio de orçamento e alocação de pessoas que varia com o tempo. O nível é mais baixo nas fases iniciais, ocorrendo uma aceleração nesse emprego de recursos até o máximo nas fases intermediárias e uma redução acelerada nas fases finais, conforme ilustra a figura 1.4;
•Grau de incertezas mais elevado nas fases iniciais, reduzindo-se ao longo do tempo;
•Maior interferência das partes interessadas sobre o escopo e outras decisões do projeto no início e menor nas fases finais. (PASSOS, 1993, p. 18).


Referências 

POSSI, Marcus. Globalização – Mudanças e os Projetos. In: POSSI, Marcus (Coord.). Gerenciamento de projetos: guia do profissional. Rio de Janeiro, RJ: Brasport, 2006. p. 1-11.

VARGAS, Ricardo Viana. Gerenciamento de projetos: estabelecendo diferenciais competitivos. 5. ed. Rio de Janeiro, RJ: Brasport, 2003.

PASSOS, Maria Luiza Gomes de Souza. Gerenciamento de projetos para pequenas empresas: combinando boas práticas com simplicidade. Rio de Janeiro, RJ: Brasport, 2008.

Nenhum comentário:

Postar um comentário